Sunday, July 19, 2009
há dias grandes que se fazem de muito pouco. hoje, por fim, consegui fazer mazagrã a tocar o sabor do da minha Avó! :)
Thursday, June 25, 2009
Estive a dar uma volta por aqui, no blog.
Na verdade, estou em época de correcção de exames do 12º e tenho-me lembrado de tudo... já me apeteceu arrumar os roupeiros, fazer limpeza à pele, pintar cestos de pão com um spray que comprei no Modelo... sei lá...
Por que será??????????
Na verdade, estou em época de correcção de exames do 12º e tenho-me lembrado de tudo... já me apeteceu arrumar os roupeiros, fazer limpeza à pele, pintar cestos de pão com um spray que comprei no Modelo... sei lá...
Por que será??????????
Thursday, September 04, 2008
Tenho andado embrenhada em Florbela Espanca. Que vida! ...
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Sinto-me como a Maria Filomena Mónica quando escreveu o livro sobre Eça: dizia ela que não pensava noutra coisa, "dormia" e "sonhava" com ele. Ainda não cheguei a tal ponto, muito mais humilde é o meu trabalho, pois então!
Agora que parto para S. Petersburgo, vou deixar-me levar pela beleza da cidade, pelas longas avenidas, pelos edifícios de raro valor do Hermitage... mas não descarto a possibilidade de "florbeliar" um pouco também. Os livros levo-os comigo!
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Sinto-me como a Maria Filomena Mónica quando escreveu o livro sobre Eça: dizia ela que não pensava noutra coisa, "dormia" e "sonhava" com ele. Ainda não cheguei a tal ponto, muito mais humilde é o meu trabalho, pois então!
Agora que parto para S. Petersburgo, vou deixar-me levar pela beleza da cidade, pelas longas avenidas, pelos edifícios de raro valor do Hermitage... mas não descarto a possibilidade de "florbeliar" um pouco também. Os livros levo-os comigo!
Thursday, May 15, 2008
impressiono-me no fascínio de ti. e deixo-me estar, resguardada do mundo, cismada na forma que me provocas de te olhar. e o tempo congela-se nesse deslumbre solitário. mas eu não o quero parado... sonho-o com ritmo de correr. não gostarei que o mundo seja cego e de costas. não gostarei que pequenos sopros venham feridos demais, e nos toquem. não gostarei que a angústia se arraste e se aloje no quente de mim que construo contigo. quero-nos bem, para quando nos vir. quero-me bem, para que o meu abraço esteja aberto no dia em que pisarmos o chão de uma mesma casa. quero-te bem, para que me reconheças, sem rasgos de dúvida, no tempo de me olhares. quero-te bem.
Sunday, May 04, 2008
a um tu e Istambul para trás...
daqui de cima o tempo é de paz. pontualmente dilacerada pelos sopros de turbulência que me enviesam o que sei pensar. em pressa, ressintonizo-me na lucidez que me provocas, não te preocupes. gosto desta paz, de a ter firme no chão de nós, de ser volátil pelos labirintos de dentro: não há vazios. gosto que gostes da omnisciência desta mesma paz. gostas? calculo.
e gosto deste lugar nosso. mais gosto de o inventar desde que estamos. de o tornar vida sempre que nele deposito o que futuro de mim. de o enfeitar com os ícones dos sonhos que te partilho, para quando se um dia chegares. vens? de seres tu e, contigo, poder construir a certeza mais longínqua, mais bonita, mais habitada de mim.
conhecesse-te eu...
Wednesday, April 16, 2008
"- oh Cuco da Ribeira, quantos anos me dás de solteira?!" - pergunta a tradição, lá em chãos do Alentejo, quando uma rapariga casadoira se cruza, por acaso, em dia de sol (digo eu!), por um ser de penas que tal! e, desta vez, também por acaso (??), foi o meu Avôzito, em véspera de aniversário meu, que teve um encontro do género! "- oh Cuco da Ribeira, quantos anos dás de solteira à minha neta Margarida?!"...
e os cucos costumam ser parcos na cantoria. o piu vai-se-lhes ao fim de dois ou três... então não é que o raio do bicho cantou 28 vezes?!?!?!
Wednesday, April 09, 2008
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